• Compositores

    Amílcar da Fonseca Morais

    Capitão

    Amílcar da Fonseca Morais, nasceu em Lanheses, freguesia de Valongo do Vouga, Concelho da Águeda, em 17 de março de 1931, no seio de uma família de músicos amadores.Iniciou a sua aprendizagem musical em 1940 na Banda de Música da Casa do Povo da sua freguesia, ao tempo, dirigida por seu padrinho e irmão mais velho: Manuel da Fonseca Morais.A sua carreira militar e artística desenvolveu-se fundamentalmente na escola das Bandas Regimentais, condicionada hierarquicamente por cursos e provas musicais públicas, atingindo o topo da sua carreira no posto de Capitão.Na década de setenta, do século xx, participou em diversos concursos com composições para Bandas Militares, obtendo honrosas classificações, entre as quais se destacam dois primeiros prémios com: «Cidade Invicta» e «Os Caçadores do 1».

    Como maestro titular, no ambiente civil, dirigiu a Filarmónica Lorvanense, a Banda dos Bombeiros Voluntários de Riba d’Ave, a Banda Visconde de Salreu e a Orquestra Filarmónica 12 de Abril de Travassô.

    À Orquestra Filarmónica 12 de Abril, deixou no seu reportório a exclusividade de alguns dos seus trabalhos mais representativos, designadamente: «Odisseia», «No Trilho do Sol» e «Festa do Mar». Foi também nesta associação musical, que começou a lançar as composições designadas «POPS SHOWS» e outras seleções de música ligeira, como repertório de mudança para mobilizar e motivar as camadas mais juvenis e, deste modo, tentar inverter a crise dos quadros envelhecidos, então muito preocupantes, na atividade da maioria das Filarmónicas do país. Trata-se de arranjos de temas conhecidos, selecionados e submetidos a um novo tratamento rítmico, harmónico e formal caracterizado por ritmos sincopados e harmonias densas e em que a orquestração destaca os instrumentos de percussão. As «POPS SHOWS» cumpriram os objetivos, sendo, por isso, consideradas o seu maior contributo para as Bandas Filarmónicas.

    Ainda no âmbito do trabalho com as Bandas Filarmónicas compôs o «Hino de Ponte do Lima», musicado sobre os versos da Ilha dos Amores do poeta limiano António Feijó.

    Coopera também com organizações de amizade de Portugal com outros países, escrevendo o «Hino da Liga da Multissecular Amizade Portugal – China», com características sonoras orientais e ocidentais, gravado pela Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana.

    Em 1976 foi o maestro convidado para formar e dirigir a que viria a ser a prestigiada Orquestra Ligeira do Exército, sediada na Escola Militar de Electromecânica, hoje CME, em Paço d’Arcos, da qual foi titular durante dez anos.

    Em 1980, no cumprimento de um protocolo cultural da Presidência da República é nomeado pelo Gabinete do General Ramalho Eanes, para chefiar uma Missão Militar de Cooperação na República Popular da Guiné Bissau. Neste nóvel país africano estudou a cultura tradicional das etnias Balantas e Mandingas, recolhendo importante material temático dos seus cantares tradicionais.

    Por convite da Secretaria de Estado da Emigração, deslocou-se em1985 à cidade de Fall River, na qualidade de maestro do Exército Português, para integrar o Júri do II Concurso de Filarmónicas Luso-Americanas da Nova Inglaterra (USA). Este acontecimento marcou-o particularmente, uma vez que a partitura da sua autoria «Nas Margens do Águeda», foi a peça musical de execução obrigatória naquele festival.

    Teve a ideia pioneira da criação de uma União das Bandas do Concelho de Águeda, que germinou, juntando outras vontades e saberes que levaram a cabo a actual UNIÃO DE BANDAS de ÁGUEDA (UBA). Coroou a formação da UBA, escrevendo o hino «União das Bandas de Águeda», para ser executado pelas cinco bandas associadas nos seus festivais anuais.

    Em 1998, como personalidade convidada, integrou o Júri na prova de Aptidão Profissional (Prova Solista do 12º Ano do Curso Instrumental de Sopro «ARTAVE» - Escola Profissional Artística do Vale do Ave).

    No seu percurso escreveu e compôs abundantemente para pequenos grupos, orquestras ligeiras, corais, bandas filarmónicas e bandas militares. Como denominador comum de muitas das suas composições está a cultura e os lugares da sua origem, nomeadamente, nas: «Nas Margens do Águeda», «Águeda Florida», «Ressonâncias de Águeda», e também «Campos do Marnel».

    Foi distinguido, como personalidade do ano, com a atribuíção do «JUDEU D’OURO 2000» pela Associação dos Naturais e Amigos de Águeda (ANATA).

    Na fundação do Conservatório de Águeda contribuiu para o desenho da estrutura pedagógica e administrativa da instituíção.

    Autor do «Cancioneiro do Concelho de Águeda», onde estão compilados quatrocentos e dezassete espécimes poético-musicais de raiz popular, recolhidas em todo o concelho, obra que o autor doou em 2002 à Câmara Municipal de Águeda, por ser a autarquia a representante do povo e, por isso, a mais avalizada para gerir este importante património.

    Em 2009, sob a égide do Departamento do Pelouro da Cultura, a Papiro Editora lançou no mercado nacional o «Florilégio Coral». Trata-se de um livro técnico que engloba um conjunto de peças harmonizadas para formações corais a quatro vozes mistas. É ainda, o responsável pelo «o que se canta em Sever do Vouga», uma edição da Camara Municipal de Sever do Vouga

    No VI Encontro de Filarmónicas do Distrito de Coimbra, promovido pela Federação de Filarmónicas do Distrito de Coimbra (F.F.D.C.), que teve lugar no dia 10 de Junho de 2003, na Praça da Canção, em Coimbra, como maestro convidado, regeu 35 Bandas em parada com cerca de 1800 executantes, interpretando, além do Hino Nacional, a sua composição «Lira-2003», escrita expressamente para este evento.

    Pelos longos anos de trabalho, empenho e dedicação às bandas filarmónicas, foi-lhe conferido em 31 de maio de 1993 a Medalha e o Diploma de Medalha de Instrução e Arte, galardão máximo da Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio.

    Compôs “FÁTIMA” marcha solene do Centenário das Aparições, obra encomendada Pelo Santuário de Fátima. Um dos exemplares encontra-se no museu de Fátima.

    A sua vivência dentro da dinâmica cultural da Orquestra Filarmónica 12 de Abril, criou-lhe naturalmente laços afectivos, levando-o em 2009, a doar o seu Arquivo Musical a esta instituíção. É um espólio constituído por cerca de duas mil obras para banda, uma Biblioteca com importantes livros técnicos como: Tratados – Compêndios – Didácticos e outros Pedagógicos.

    Doou, ainda, os troféus e as medalhas que coleccionou ao longo da sua vida profissional. Este acervo encontra-se reunido numa sala denominada «ANIMATECA AMÍLCAR MORAIS» na Sede da Orquestra Filarmónica 12 de Abril, em Travassô, onde poderá ser visitada, especialmente nos seus dias mais festivos.

    Foi uma decisão reflectida e consciente, para que este espólio de valor inestimável, não ficasse malparado, como a água presa num lago sem saída, e pudesse ser útil a todos aqueles que se interessam lúdica e profissionalmente pela música.

    Antero Orlando Pereira Ávila

    Antero Orlando Pereira Ávila é natural da Ilha do Pico, onde nasceu a 24 de Junho de 1973. Os seus primeiros contactos com as notas musicais foram feitos com seu tio Custódio Garcia, ainda antes de aprender a ler e escrever. Já com a idade de 7 anos, teve aulas particulares de piano com Josefina Canto e Castro. Aos 14 anos, assumiu a direcção artística da Filarmónica União Artista de S. Roque do Pico.

    Ingressou no Conservatório Nacional de Lisboa, onde foi aluno de Jorge Peixinho e Álvaro Salazar. Entrou para a Escola Superior de Música de Lisboa e completou a Licenciatura em Composição. Foi aluno de Carlos Caires, Sérgio Azevedo, Cristopher Bochmann, Eurico Carrapatoso, António de Sousa Dias, entre outros. Enquanto estudante, teve ocasião de ouvir tocadas algumas das suas obras em Lisboa e no Porto.

    Voltou depois à Terceira onde fixou residência e é professor de Análise e Técnicas de Composição e Acústica no Conservatório Regional de Angra do Heroísmo.

    Tem integrado diversos agrupamentos como instrumentista de tuba e baixo elétrico.

    Atualmente, divide a sua actividade docente com a actividade de compositor, maestro e instrumentista. Nesta sequência, tem escrito várias obras para Coro e Orquestra, Música de Câmara e para Banda Sinfónica.

    António Fortunato de Sousa

    António Fortunato de Sousa

    Sub-Chefe da Banda da Armada 1956-1975

    António Fortunato de Sousa, ingressou na Banda da Armada como grumete músico e atingiu o posto de Primeiro-Tenente, desempenhando como oficial, simultaneamente, os cargos de subchefe da Banda e diretor do curso de clarins.

    Não só na Banda da Armada, mas também no meio civil, distinguiu-se como exímio saxofonista, sendo de assinalar o facto de quando cursou o Conservatório Nacional ter sido premiado no final do curso, como o melhor instrumentista de sopro.

    Natural do Montijo, Fortunato de Sousa dedicou-se ainda à composição, tendo escrito várias obras de feição popular e por vezes de acentuado casticismo espanhol.

    No entanto, o seu nacionalismo está bem patente na maior parte das suas obras, através do tratamento que dá a vários temas populares portugueses, de entre os quais se distingue o popular «Vira», na fantasia que se inclui neste programa, e que se intitula «Ai Vira que Vira».
    A Marcha dos Marinheiros, escrita por Carlos Calderon para o filme Bocage, foi introduzida na Banda da Armada pela mão do maestro Fortunato de Sousa que fez a adaptação para a Banda que a tornou popular por todo o país.

    António Reis Gomes

    António Reis Gomes, nasceu em Galveias no ano de 1943 e cedo começou a aprendizagem musical na filarmónica da sua terra. Em 1961, ingressou na Armada como grumete músico, prosseguindo os estudos musicais no Conservatório Nacional. Dois anos mais tarde, integrou a Orquestra da Ex- Emissora Nacional e em 1968, depois de cumprido o serviço militar obrigatório e terminada uma bolsa de estudo, em Londres, concedida pela Fundação Calouste Gulbenkian, foi admitido por concurso, na Orquestra desta Instituição, onde continua a desempenhar o lugar de trompetista Solista B.

    Paralelamente entre colaborações em orquestras e grupos musicais de géneros variados, formou um duo com o organista Simões da Hora, pertenceu ao Grupo de Metais de Lisboa e foi membro fundador, por convite de Jorge Peixinho, do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa.

    Dedica-se ainda ao ensino, lecionando as classes de Trompete no conservatório Regional de Loures e na Academia de Amadores de Música de Lisboa.  

     

    Francisco Lopes dos Santos

    Nasceu a 28 de março de 1993 na freguesia da Terra-Chã, Concelho de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira. Iniciou os seus estudos musicais em 2006, na Sociedade Musical e Recreio da Terra-Chã, no instrumento de Tuba com o professor Paulo Azevedo.

    Em 2011 ingressa no Conservatório Regional de Angra do Heroísmo na classe de Tuba com o professor Edgar Marques. A primeira abordagem que teve sobre composição foi feita pelo professor e compositor Antero Ávila. Neste mesmo ano, entra para a Orquestra Regional Lira Açoreana, onde também entrou no Biénio de 2015/2016 e no Biénio de 2017/2018.
    Em 2012, lançou-se na composição com a estreia da obra Entre Barreiras um Pasodoble Taurino. Desde então tem feito todo o tipo de composições desde às originais passando pelos arranjos. Fazendo também diversas marchas populares e arranjos de músicas carnavalescas.
    De agosto de 2016 a junho de 2019 prestou serviço na Banda Militar dos Açores na classe de praças como tubista, em Ponta Delgada - Ilha de São Miguel.
    Já participou em vários Workshops de Tuba com os professores Antero Ávila, João Aibéo, Miguel Alves, Fernando Garcia e Marco Torre.
    Como compositor, compõe para a Editora Portuguesa "Afinaudio".

    João Carlos Alves

    João Alves é natural de Pousada de Saramagos, Famalicão.

    Licenciado em trompa e mestre via ensino pela ESML, fez estudos de aperfeiçoamento em Madrid com Javier Bonet.

    Em 1998, foi convidado pela Escola Superior de Música de Lisboa para representar Portugal no “Grupo de Metais Erasmus Brass Ensamble”.

    Entre 1999 e 2001 foi 1ª trompa da orquestra clássica do Algarve.

    Tem integrado várias orquestras: Orquestra Sinfonica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian e Oregon Arts Orchestra USA.

    Já atuou em vários países, tais como Espanha, França, Inglaterra, República Checa e Brasil.

    Apresentou-se a solo com obras de Vivaldi, Telemann, Mozart, Cherubini, Schumann e F. Strauss.

    É professor de trompa no Conservatório Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha.

    É também solista na Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública. Juntamente com a flautista Ana Carina Sousa é membro fundador do grupo de câmara “Memória”. Faz parte do “Trio Aeolus” juntamente a Flautista Ana Carina Sousa e o organista António Esteireiro.

    João Alves possui várias obras dedicadas de compositores, tais como: Sérgio Azevedo, Abel Chaves, Fonseca e Costa. É autor editado de obras para Trompa, entre outras, pela Ava Editions.

    Nelson Jesus

    Nelson Jesus (1986) iniciou os estudos no seio das bandas filarmónicas sob a orientação de Januário Ventura e José Gomes Pereira. Prossegue estudos no Conservatório de Caldas da Rainha, Academia Costa Cabral, ESMAE e Conservatório do Porto na classe do professor Francisco Ferreira, terminando com 20 valores. Frequentou a licenciatura em saxofone na Escola Superior de Música de Lisboa com o prof. José Massarrão.

    No campo da composição, foi autodidacta e depois estudou com Fernando Lapa e João Rigaud no Conservatório do Porto. Prosseguiu estudos de carácter particular com o compositor Fernando Altube. Frequenta o 2º ano da licenciatura em Composição na ESML, tendo tido como orientadores os compositores Sérgio Azevedo, Luís Tinoco e Carlos Marecos.

    Foi vencedor do 1º Prémio de Composição para Banda Sinfónica Ibermúsicas Oaxaca‐2014, 2º Prémio no IV Concurso de Composição Banda Sinfónica Portuguesa, 1º Prémio na 4ª Edição do Concurso de Composição para Orquestra de Sopros Inatel‐Banda Sinfónica do Exército e do 1º Prémio WASBE de Composição (categoria educacional) em 2017.

    Em 2018 venceu o importante prémio de composição SPA/Antena 2 através do qual foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, permitindo‐lhe ter aulas particulares com os compositores Adam Gorb (Reino Unido), Oliver Waespi (Suiça), Jukka Tienssu e Tomi Raisanen (Finlândia). Também assistiu a seminários dos compositores Edward Green, Luigi Abate e Kaija Saariaho.

    Foi recentemente semifinalista do cobiçado prémio Zemlisnky de Composição (EUA).

    Foi Compositor Residente da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras em 2017 e compositor residente da Sherborne Summer School of Music em 2019 (Reino Unido).

    É maestro da banda da Sociedade União Musical Alenquerense, membro do quarteto de saxofones Tejo Quartet e saxofonista na Banda Sinfónica da GNR.

    Valdemar do Nascimento Sequeira

    Valdemar do Nascimento Sequeira

    Curriculum Nasceu em Moimenta de Cinfães do Douro. Aos 11 anos de idade inicia os estudos musicais em trompete na Banda de Tarouquela, Aos 18 anos ingressa na Banda Região Militar Norte onde inicia os estudos em Tuba SIb. Mais tarde é transferido para Coimbra onde inicia os estudos em Trompa na Banda da Região Militar Centro. Em 1983 é admitido ao Curso de Formação de Sargentos Músicos que conclui em 1985.Colocado Na banda da R.M. Centro. Assume a direcção da Banda filarmónica de Castanheira de Pêra, Forma o Quinteto de Metais de Coimbra como membro fundador. Em Agosto 1987 é transferido para o Porto (Banda da R.M.N.) onde é convidado a dirigir a Banda de Piães. Em 1988 faz parte integrante da Orquestra de Camarata do Porto como solista (B), passado ano passa a solista (A). Estudou cerca de um ano com o professor Eddy Tauber. Em 1989 assume a chefia da Banda dos B. V.de Esposende São Paio D’Antas até Setembro de 2012. Concluiu o Curso de Trompa no Conservatório de Música do Porto, na classe Professor Gil Lopes. Concluiu todos os cursos inerentes à sua carreira militar até ao posto de Sargento Môr, ocupando actualmente o posto de Sargento-Chefe

    Como pedagogo leccionou na Academia de Música de Esposende, na Escola de Música da Banda de Nespereira, Escola de Música da Banda de Esposende S. Paio D’Antas, Escola de Música da paróquia do padrão da Légua e de alguns Cursos de formação de Sargentos Músicos.Em1999 forma o Quinteto de Sopros (QUINTECTANDO) como membro fundador. Durante a sua carreira musical foi dirigido por vários Maestros nacionais e internacionais, tais como: Ivo Cruz, Ferreira Lobo, António Batista, Borges Coelho, Mário Mateus, Ten.Cor. Armandino Silva, Ten. Cor. Amorim, Major Gonçalves, Major Rebelo Major Botelho, Prof. Saúl Silva, Ghunter Arglebe, Luiz Isquierdo, Kamen Galaminov e por muitos Maestros de Bandas Civis. Como executante quer como Solista quer como Concertista, além das Bandas militares por onde tem prestado serviço tocou com a Orquestra Camerata do Porto, Orq. do Norte, Orq. da Regie, Orq. da Cidade de Braga, Orq. Conservatório de Aveiro, Orq. Ligeira de Coimbra, Orq. de Sopros do Conservatório de música do Porto, Quinteto de Sopros (OS VENTOS) e com muitas Bandas do Norte do País. Em 2003, ministrou uma Master Class de Trompa, em todas as Bandas Militares, do Exército sedeadas em Lisboa, Porto, Coimbra, Évora, Madeira e Açores Paralelamente tem-se dedicado à composição de Marchas de Rua, de Procissão, Rapsódias, transcrições, hinos e arranjos para diversos agrupamentos. Escreveu para Orquestra Coro e Solistas “O Senhor da Cruz”. Em Agosto de 2005 foi condecorado pela Câmara Municipal de Esposende, com a Medalha de Mérito Cultural. Em Novembro 2007 participou na Master Class” de direcção, orientada pelo Maestro Holandês Jan Cober. Tocou a solo na casa da música do Porto o concerto nº1 para Trompa de Richard Strauss para assinalar o dia do Comando do Pessoal do Exército, é técnico da Federação de Bandas filarmónicas do Minho e da confederação musical portuguesa Em Set.2009 foi convidado a ministrar um curso de aperfeiçoamento musical de Orquestra Jovem “Sopros do Minho” Em 05 de Outubro 2009 foi atribuído ao Maestro e Compositor Valdemar Sequeira o diploma de Mérito, Pela Federação Regional de Bandas do Minho, em reconhecimento do seu contributo para o engrandecimento da arte dos sons. Em Novembro de 2009, ministrou um curso de direção para banda de Musica em Vila Nova de Tazem Em Maio de 2010 deslocou-se ao Faial a convite da Banda artística Flamenguense, para ministrar uma acção formação musical e direção. Em Setembro de 2010 Ministrou um curso de aperfeiçoamento musical de Orquestra Jovem “Sopros do Minho” em Esposende, como maestro coordenador. Em Julho de 2011 Ministrou um curso de aperfeiçoamento musical de Orquestra Jovem “Sopros do Minho” Fafe, como maestro coordenador. Em Fevereiro de 2012 foi condecorado com a medalha de Afonso Henriques de quarta classe pelo Exército Português. Em Julho de 2012 Ministrou um curso de aperfeiçoamento musical da Orquestra Jovem SOPROS DO MINHO, em Caldas das Taipas como maestro coordenador. Agosto de 2012 fez uma formação na empresa C&C “Yamaha ClassBand.”Em 14 de abril 2013 foi condecorado coma Medalha de Serviços Distintos GRAU-OURO pela Liga dos Bombeiros Portugueses e também foi concedido o Diploma de Associado Honorário dos Bombeiros Voluntários de Esposende.

    Desde Outubro 2014, é diretor artístico da Sociedade Artística Banda de Vale de Cambra.

    Em 20 de Setembro de 2015, foi condecorado pela Associação Cultural e Recreativas de Vila Nova de Cerveira, com a “CLAVE DE SOL EM OURO "pelos serviços prestados a Vila Nova de Cerveira, na componente musical. Membro IMMS Portugal International Military Music Society.

     

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    António Piedade Vaz

    Capitão

    Condecoração com o grau de Oficial da Ordem Militar de Avis.(Decreto de concessão publicado em 20 de junho de 1939)